Duas ferramentas próprias, desenvolvidas sob medida, o Força de Vendas dos 17 RCAs e o Portal de Pedidos B2B, integradas ao ERP e operadas pela MAIA, a camada de inteligência que elimina o trabalho manual entre os sistemas. Rumo aos 30 anos com uma nova roupagem tecnológica.
Apresentado por MAIA, o Multiagente Articulado de Inteligência Aplicada, produto da startup Agência no Bolso
A Jequitinhonha Alimentos nasceu em Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, e construiu em quase três décadas uma marca de café reconhecida pelo nível de excelência. Hoje a indústria expande o mix de produtos, opera e-commerce no Bling com API já desenvolvida, mantém um ERP contratado que traz confiança, atende em torno de 1800 clientes divididos por canal, o que gera em média cerca de 100 tabelas de preço diferentes por canal e segmento, e sustenta uma força de vendas com 17 RCAs alimentando pedidos em tempo real na rua. A ambição declarada é clara: chegar aos 30 anos com uma nova roupagem, sem ficar na contramão da tecnologia enquanto o mix cresce.
Em vez de comprar plataformas de prateleira que não conhecem as suas tabelas por canal e o seu processo, a Jequitinhonha ganha duas ferramentas próprias, desenvolvidas sob medida, o Força de Vendas dos 17 RCAs e o Portal de Pedidos B2B, integradas ao ERP e operadas pela MAIA, a camada de inteligência que elimina o trabalho manual entre os sistemas. A Agência no Bolso desenvolve as ferramentas que resolvem as suas dores, e a MAIA é o cérebro que liga tudo.
Sistema próprio no celular dos 17 RCAs: catálogo do ERP, as tabelas escalonadas por canal nativas, pedido em tempo real e alçada de desconto embutida.
Área restrita onde o cliente entra por código ou CNPJ e monta o próprio pedido, com o preço certo do seu canal caindo direto no ERP e na logística.
O cérebro que opera por cima do ERP e das duas ferramentas: agentes de Relatórios, Alçada, Fechamento e CAP, mais a frente de marketing.
Por que desenvolver em vez de comprar: as plataformas de prateleira que estavam na mesa não resolvem as particularidades da Jequitinhonha, a tabela segmentada por canal, a alçada de desconto e a integração ao ERP atual, confiável mas arcaico. Por isso a rota escolhida é desenvolver o Força de Vendas e o Portal sob medida, e deixar a MAIA operar as duas ferramentas junto ao ERP, sem mensalidade de licença por usuário.
Os agentes da MAIA, Relatórios e BI, Alçada, Fechamento e CAP, são a camada de inteligência que trabalha por cima do ERP e das duas ferramentas novas, o Força de Vendas e o Portal de Pedidos B2B. Como a Sandra pontuou na reunião, os gaps internos estão nos relatórios feitos à mão, na precificação que sobe por alçada de forma manual, e no fechamento contábil em bloco, que depende de logística, comercial e produção entregarem informação. À parte desses, ela apontou o CAP, a central de atendimento, onde o cliente pede orçamento, boleto e segunda via de nota fiscal. Para cada processo repetitivo, a MAIA entrega um agente especializado que conversa com o ERP via API, de forma conversacional por texto ou áudio no Telegram, e executa.
Relatório automático todos os dias às 8h da manhã: venda do dia anterior, ticket médio, ranking dos 17 RCAs por volume, preço médio individual e global, SKUs mais vendidos. Dashboard consolidado com gráficos e comandos por áudio conversacional, sem prompt e sem planilha.
O café é tabelado, por exemplo entre R$45 e R$50. Quando o vendedor precisa fechar abaixo do mínimo, o pedido de desconto sobe ao supervisor no WhatsApp ou Telegram e é aprovado em um toque. O sistema é atualizado via API na hora, com trilha de auditoria completa de quem pediu, quem aprovou e o valor final.
Coleta automática das informações de logística, comercial e produção via API, ao longo do mês. A consolidação passa a ser contínua, e não mais um esforço em bloco no final do período que depende de cada setor gerar dados manualmente.
Orçamento, envio de boleto e 2ª via de nota fiscal direto no WhatsApp, integrado ao ERP. Com memória permanente de cada cliente: quem entrou hoje e volta daqui a um ano é reconhecido, com histórico do que consumiu.
A MAIA se conecta ao ERP e ao força de vendas por chave de API, exatamente como aconteceu com o Bling: cria-se a integração uma vez e ela serve para tudo. A MAIA convive com a plataforma de força de vendas que vocês escolherem, sem substituí-la.
A logística e a roteirização são frentes mapeadas para uma fase posterior, aprofundadas na imersão presencial em Capelinha. Sem promessa vazia: primeiro entendemos a operação, depois desenhamos a automação certa.
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Hoje o marketing digital é tudo no braço: planejamento, lançamento de produtos novos e Instagram feitos manualmente. Como o Helicardo levantou na reunião, essa frente pode ser automatizada para colocar menos força humana no operacional. E o trabalho já começou: a análise BIMED da Jequitinhonha foi entregue de presente na própria reunião.
Nota geral 58 de 100, engajamento atual de 0,16%, com o plano de 90 dias já traçado por fases. É o ponto de partida real da frente de marketing: não começamos do zero, partimos de um diagnóstico que já está na mesa.
Conteúdo, carrosséis, vídeos e clone da marca. A MAIA cria, publica e analisa o que performa, exatamente como já faz para a operação do Salatiel desde 16 de maio.
Derivado da BIMED nota 58: correção dos gaps de engajamento, calendário semanal, estratégia de conteúdo e recomendações de abordagem por fase.
Atendimento que qualifica, orça e responde sobre produtos, integrado ao restante da operação e com memória de cada cliente.
Estrutura de campanha, relatórios e otimização diária além do CTR e CPM.
Num caso real da Agência no Bolso, a campanha estava saudável no CTR e no CPM, mas a MAIA detectou o Connect Rate: dos mais de mil cliques, só 590 chegavam à página, 47% perdidos porque a página demorava a carregar. A MAIA apontou, corrigiu, e a página passou a carregar em menos de um segundo. Esse nível de leitura é o que separa gestão de tráfego reativa de otimização de verdade.
A preocupação levantada é legítima: uma inteligência que acessa o sistema chega perto de dados sensíveis, inclusive bancários. O desenho da MAIA responde a isso pela raiz. Os dados não saem do domínio da Jequitinhonha.
A VPS, o servidor onde a MAIA mora, é contratada diretamente pela Jequitinhonha, na Hostinger, a um custo aproximado de R$49 por mês. Não fica sob responsabilidade da Agência no Bolso. Toda a parte de dados e armazenamento fica no servidor que é de domínio da própria empresa.
O cérebro da MAIA é um modelo de IA que vocês escolhem na implantação: pode ser o Claude da Anthropic, o Codex da OpenAI ou o Kimi. A inteligência é plugável, não é uma caixa-preta fechada de um único fornecedor.
A MAIA só acessa o que a API do sistema permitir. O escopo do acesso é definido por vocês, campo a campo. Nada além do que foi explicitamente liberado fica ao alcance dos agentes.
A MAIA planeja, o gestor aprova, ela executa. Em cada decisão sensível, alçada de preço, contrato, pagamento, existe um humano validando antes de qualquer ação. A própria MAIA sinaliza quando um humano deve conferir o resultado.
Os dados da Jequitinhonha ficam na infraestrutura da Jequitinhonha, o modelo de IA é escolhido pela Jequitinhonha, o acesso é limitado ao que a Jequitinhonha liberar na API, e nenhuma decisão sensível é executada sem aprovação humana.
O coração do pedido do Helicardo: um sistema no palm do vendedor, desenvolvido sob medida para a operação da Jequitinhonha, e não uma licença de terceiro que não conhece o seu processo. É a ferramenta que o RCA usa na rua para lançar o pedido, e é onde as tabelas escalonadas por canal deixam de ser um risco manual para virar regra de sistema. São em torno de 1800 clientes atendidos, divididos por canal, o que gera em média cerca de 100 tabelas de preço diferentes por canal e segmento. O motor de precificação carrega essas ~100 tabelas como regra do próprio sistema, e elimina o risco de manter uma centena de tabelas na mão.
Os produtos que entram via nota no ERP são disponibilizados automaticamente ao vendedor. O que a indústria produz e fatura é o que aparece no palm, sem cadastro manual paralelo.
Cada canal e segmento tem a sua tabela como regra do sistema, e são cerca de 100 delas para os ~1800 clientes. O seu José da mercearia vê o café a R$50, a rede grande vê o mesmo café a R$40, e o vendedor nunca aplica o preço errado.
O RCA lança a quantidade vendida e o pedido cai direto no ERP para a Sandra gerar a nota e a logística fazer a entrega. O caminho do pedido deixa de passar por planilha.
Pedido abaixo do mínimo dispara a aprovação do supervisor no WhatsApp ou Telegram, em um toque. Acaba a subida manual e o retorno para alteração à mão no sistema.
A ferramenta aponta na rota o que não foi vendido naquela cidade e sugere produtos próximos do vencimento para o vendedor empurrar, transformando a visita em oportunidade.
Acompanhamento de meta e feedback de processo por RCA. Paralelo real: numa cliente de granel, a MAIA reporta quem seguiu o processo de venda, os resultados e os pontos de melhoria de cada vendedor.
As particularidades da Jequitinhonha, a tabela segmentada por canal, a alçada e a integração com o ERP atual, confiável mas arcaico, ficam nativas na ferramenta própria, sem mensalidade de licença por usuário, e o sistema evolui conforme a operação muda. É a mesma lógica do caso da Via Energia, onde um sistema próprio nasceu justamente porque os CRMs e ERPs de mercado deixavam lacunas que obrigavam a empresa a recorrer a planilhas por fora.
O relatório diário automático de vendas por RCA, ticket médio, ranking e SKUs, nasce plugado nesta ferramenta. O Força de Vendas alimenta o dado, a MAIA transforma em inteligência todas as manhãs às 8h, sem ninguém abrir uma planilha.
O Força de Vendas organiza e faz vender melhor para quem já compra. Mas a rota dos 17 RCAs precisa de gente nova entrando toda semana, e é aqui que a MAIA deixa de só cuidar da carteira e passa a caçar cliente. Ela varre três fontes públicas, cruza por nicho, cidade e porte, e devolve a lista pronta de mercearias, mercados, padarias, lanchonetes e restaurantes que ainda não compram da Jequitinhonha, com telefone e endereço para o RCA visitar. A abertura de novos clientes deixa de depender de sorte e indicação e vira processo.
A MAIA gera a lista de empresas de um nicho por cidade ou região, mercearias, mercados, padarias, lanchonetes e restaurantes, já com telefone e endereço de cada uma. É a rua mapeada antes do RCA sair do carro.
A partir da base nacional de CNPJ, a MAIA filtra empresas por ramo de atividade, cidade e porte. Dá para focar exatamente o perfil de cliente que compra o mix da Jequitinhonha, sem garimpar no escuro.
A MAIA extrai perfis de negócios por nicho e localização no Instagram, alcançando o comércio que vive na rede e nem sempre aparece nas outras bases. Mais um filão de cliente novo para a rota.
A MAIA entrega a lista tratada, sem duplicados, encaixada na rota de cada RCA, e pode até iniciar a abordagem por mensagem. O vendedor chega no cliente novo já esquentado, não na porta fria.
Com a Prospecção Ativa, os 17 RCAs param de girar apenas dentro da carteira atual. A MAIA alimenta a rota com nomes novos, qualificados por nicho, cidade e porte, e a expansão da base deixa de depender de sorte ou indicação para virar rotina do sistema. É crescimento de carteira como processo, não como acaso.
A área restrita de pedidos, no termo que o próprio cliente usou, é a segunda ferramenta sob medida: um portal onde cada cliente entra pelo código de cliente ou CNPJ e acessa todo o portfólio da Jequitinhonha. Ele navega o catálogo, respeita a quantidade mínima por embalagem, vê o preço certo do seu canal e monta o pedido num carrinho, que alimenta o ERP via API e segue direto para a logística. O Portal compartilha com o Força de Vendas o mesmo motor de catálogo, tabelas de preço e integração ao ERP, o que barateia e acelera o seu desenvolvimento: ele nasce reaproveitando o que já foi construído para os RCAs. Com cerca de 100 tabelas de preço diferentes para os ~1800 clientes divididos por canal e segmento, o preço correto não pode depender de conferência manual: são ~100 tabelas que viram regra do sistema em vez de ficar na mão.
O cliente acessa com o próprio código de cliente ou CNPJ. O portal já reconhece quem é ele, a que canal pertence e qual tabela de preço se aplica, antes mesmo de ver o primeiro produto.
Todo o portfólio com foto do item, embalagem e quantidade mínima de compra por embalagem. O cliente vê exatamente o que pode pedir e em que múltiplos, sem ligar para conferir disponibilidade.
As tabelas por canal e segmento viram regra de sistema. Cada cliente vê o preço da sua tabela, sem risco de erro manual. O mesmo café que sai a um valor para a mercearia sai a outro para a rede, e o portal sabe a diferença.
O cliente monta o pedido no carrinho. Ao fechar, o pedido cai no sistema, alimenta o ERP via API e segue direto para a logística faturar e entregar. O mesmo caminho de integração que vocês já viveram com o Bling.
Um portal B2B com login por cliente, catálogo, motor de precificação por canal, carrinho e integração de pedido ao ERP e à logística é um software sob medida. Contratado de uma software house, esse escopo costuma custar de R$80 mil a R$150 mil de desenvolvimento, mais mensalidade de sustentação. Aqui ele nasce dentro do ecossistema MAIA, na infraestrutura da própria Jequitinhonha, reaproveitando as integrações que já existem.
O Portal de Pedidos B2B é um canal digital complementar, não substitui o vendedor. Ele absorve o pedido de recompra e a rotina previsível, e libera os 17 RCAs para o que faz diferença: venda ativa, relacionamento e abertura de novos clientes. O RCA continua alimentando o força de vendas na rua; o portal só amplia a capacidade de atendimento.
O Helicardo foi claro: não precisa vir tudo de uma vez, vem uma parte e a gente adapta. A proposta abraça isso com um caminho por fases. Cada fase entrega valor por si só, começando por um quick win de relatórios que já resolve a dor nº 1 da Sandra. Clique em cada fase para ver o detalhe.
| Sem 1-2 | Mês 1 | Mês 2 | Mês 3 | Mês 4 | Mês 5 | Mês 6 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fase 0 · Imersão | |||||||
| Fase 1 · Relatórios | |||||||
| Fase 2 · Força de Vendas | |||||||
| Fase 3 · Portal B2B | |||||||
| Fase 4 · Fechamento e CAP | |||||||
| Fase 5 · Mkt e treino | |||||||
Uma proposta séria não fecha o preço de um projeto deste porte sem conhecer a operação por dentro. Por isso o investimento é apresentado em dois momentos: primeiro um diagnóstico presencial que mapeia os processos e fecha o escopo, depois a proposta definitiva com preço firme. É exatamente a lógica que o Helicardo trouxe, de estruturar por partes, sem trazer tudo de uma vez.
| Item | Faixa de mercado |
|---|---|
| Força de Vendas sob medida (mobile, integração ERP, alçada, tabelas por canal) | R$150 a 250 mil |
| Portal de Pedidos B2B / área restrita | R$100 a 180 mil |
| Camada de inteligência (4 agentes MAIA + automações) | R$60 a 100 mil |
| Sustentação e evolução por 24 meses (15 a 20% ao ano) | R$120 a 190 mil |
| Total em uma software house | R$430 a 720 mil |
Faixas de referência do mercado brasileiro de desenvolvimento sob medida (2026).
A proposta entrega o mesmo escopo em uma faixa de R$420 a 540 mil, diluída em 24 mensalidades, com um único parceiro respondendo pelo todo.
Em Capelinha, contratar mão de obra especializada é um desafio real: não há nem escola local para formar alguém em Excel. Cada hora de planilha eliminada e cada vaga especializada que deixa de ser necessária é custo evitado que o investimento na MAIA absorve, mês após mês, ao longo dos 24 meses.
Uma trajetória que começou em 2016 com a Digital Master, passou por marketing, política eleitoral e desenvolvimento de sistemas, e desembocou na startup Agência no Bolso e na criação da MAIA.
Não. A MAIA não é ERP e não é força de vendas. Ela é a camada de inteligência que se integra por API ao ERP e ao força de vendas que vocês já têm ou vierem a escolher, para transformar os dados que entram em relatórios, alçada e estratégia.
A VPS é contratada diretamente por vocês na Hostinger, cerca de R$49 por mês. Dados e armazenamento ficam sob domínio da Jequitinhonha, o modelo de IA é escolhido por vocês, e a MAIA só acessa o que a API liberar, com humano aprovando cada decisão sensível.
A implantação é faseada justamente por isso. Não precisa vir tudo de uma vez. Começamos pela imersão que mapeia os processos com a Sandra e a Carol, e a Fase 1 já entrega um quick win de relatórios enquanto o restante é estruturado.
A MAIA se autoconfigura a partir de um brief do negócio: ela entende o produto, o mercado e os processos antes de operar. Além disso, a Agência no Bolso já automatiza processos complexos em setores distintos, como as 200 usinas da Iter e o atendimento comercial da Via Energia.
Sim. Como vocês mesmos viveram com o Bling, a API se cria uma vez e serve para tudo. A MAIA reaproveita as integrações existentes e conecta o que faltar, sem refazer trabalho já feito.
A condição do diagnóstico, R$20.000 com abatimento integral no projeto, tem validade de 7 dias a contar da apresentação. O caminho combinado na reunião já está desenhado.
Entre 25 e 27 de agosto, agora com a presença da Carol para aprofundar os processos.
Na sequência, agendamento da imersão em Capelinha, com o Salatiel na região após 29 de agosto.
Em até 15 dias após a imersão, o diagnóstico entrega o escopo fechado e o preço firme do projeto.